Comissão Especial planeja novas ações para evitar invasões em áreas de preservação em Praia Grande

Cidade busca com isso coibir o avanço de habitações ilegais

A Prefeitura de Praia Grande instituiu uma Comissão Especial com o objetivo de identificar todas as ocupações desordenadas em áreas de preservação e risco, estabelecendo as medidas necessárias para a proteção desses espaços e também das famílias ocupantes. O órgão é composto por representantes das secretarias de Habitação (Sehab), Meio Ambiente (Sema), Urbanismo (Seurb), Assuntos de Segurança Pública (Seasp), além da Procuradoria Municipal.

Como primeiro passo dos trabalhos que serão desenvolvidos pela Comissão será efetuado um diagnóstico sócio ambiental dos ocupantes dessas áreas. A análise futura desses dados será fundamental para a formatação de ações e projetos voltados ao tema.

“A prefeita de Praia Grande, Raquel Chini, tem um olhar atento para estas questões voltadas as invasões dessas áreas e a possível criação de habitações irregulares. A preocupação dela é também com o bem-estar dessas famílias. Por conta disso assinou a ordem de serviço para criação da Comissão. A Cidade já realiza ações preventivas. A Comissão vai debater como aprimorar esses trabalhos. Além de cuidar do meio ambiente, o Município busca também atender de forma digna essas famílias que vivem nesses locais”, explicou o secretário de Habitação praia-grandense, Anderson Mendes, que foi confirmado como presidente da Comissão.

Prevenção – Ao longo dos últimos anos a Prefeitura de Praia Grande tem buscando alternativas para enfrentar essas questões. A ocupação dessas áreas coloca em risco não só seus ocupantes como também os demais moradores da Cidade por comprometer a drenagem e a balneabilidade de rios e praias.

A atuação da Guarda Ambiental, que integra a Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande, é fundamental no trabalho de contenção de invasões e de preservação ambiental na Cidade. Com ações preventivas e o auxílio da tecnologia por meio de drones, o setor apresenta importantes resultados.

De acordo com um levantamento feito pelo grupamento, considerando o período de outubro de 2019 até outubro de 2020, 103 construções irregulares em áreas de preservação ambiental foram demolidas e 3.424 metros cúbicos de resíduos da construção civil foram removidos em áreas de preservação permanente.

Telefones – Denúncias sobre desmatamento de áreas ou descarte irregular de resíduos da construção civil podem ser feitas pelos telefones 199 e 153.

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