Decorafit: quando o modelo de negócio faz a diferença

2021 deverá ser um dos melhores anos para a construção civil no Brasil na visão de executivos de construtoras e incorporadoras ouvidos em uma pesquisa realizada pela revista Exame. Durante a pandemia que devastou a economia, especialmente no ano passado, o setor conseguiu atuar de forma resiliente, com retomada rápida e números surpreendentes.

Com a expectativa do avanço exponencial de lançamentos no mercado imobiliário, outro setor que cresce aos olhos é o da reforma de apartamentos que, a cada dia, tem se renovado e apresenta novos modelos de negócios. Criada pelo engenheiro, Fábio Moraes, o administrador de empresas, Hugo Guimarães e o arquiteto Felipe Torelli, a Decorafit surgiu justamente para entregar um produto de qualidade e segurança de forma descomplicada para o cliente.

Como os empresários definem, a ideia foi simplificar a reforma de apartamentos. O cliente contrata a Decorafit que centraliza todas as etapas do longo processo que envolve uma obra: desde a concepção do projeto, escolha dos materiais de acabamento, execução dos serviços com mão de obra qualificada, gerenciamento de fornecedores, cuidando de todas as fases de uma reforma de apartamento. E o grande diferencial, tudo em um único contrato com previsão da entrega da obra pronta em 60 dias úteis. Inclua na lista não apenas a estrutura, mas móveis, decoração. Exatamente como os programas de reforma da TV.

“Optamos por estruturar a Decorafit como uma empresa full service. O mercado aceitou de uma maneira positiva, pois estamos atacando as duas principais dores dos clientes: não saber quanto a obra irá custar e ter certeza que a obra irá atrasar. Para garantir prazo e orçamento, temos o contrato global onde contemplamos multa por cada dia de atraso”, explica Hugo.

A empresa vinha sendo planejada há algum tempo e saiu do papel no período da pandemia. A ideia surgiu da larga experiência dos sócios no mercado da construção civil e gestão corporativa. Em 2020 a Decorafit já conseguiu concretizar negócios dentro da expectativa dos sócios. “Estamos com uma expectativa de fechamento de R$ 1,8 milhão em contratos por mês, em média, no primeiro ano de funcionamento. Este período está dividido entre o que chamamos de fase de Startup e fase de Consolidação. Com a consolidação dos processos, implantação das unidades avançadas, estimamos no segundo ano de operação, uma média de R$ 6 milhões em contratos mês, considerando a implantação das unidades avançadas, na fase que chamamos de Expansão.  Estamos falando de quase R$ 100 milhões em apenas dois anos”, explica o administrador.

Segundo os sócios, para os anos seguintes a empresa já se prepara para virar uma franqueadora. “Isso tornará nosso crescimento exponencial, sem nunca perder de vista o alinhamento com nosso propósito de simplificar e democratizar os serviços de reforma e decoração. Já estamos estruturando processos, equipe, toda uma cadeia de fornecedores para que, enfim, o modelo possa andar e ganhar ainda mais volume. Nossa meta no médio prazo é capilarizar esse modelo e propósito de negócio para torná-lo acessível a todos”, finaliza Torelli.

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