Acervo de acampanha eleitoral do Museu da Propaganda Política

Museu da propaganda política conta 120 anos da história no Brasil

Primeiro do gênero no país, o Museu da Propaganda Política completa um ano reunindo mais de 1.500 jingles, relíquias eleitorais e acervo internacional.

Você sabe qual foi o primeiro jingle político do Brasil? A resposta está guardada no acervo do Museu da Propaganda Política, o primeiro espaço do gênero no país, que reúne 120 anos de história da comunicação eleitoral, cobrindo o período de 1904 a 2024.

Idealizado por Gustavo (Guga) Fleury, especialista na área, o local completa seu primeiro ano de funcionamento neste mês de agosto. Em pouco tempo, o espaço consolidou-se como referência na preservação da memória política brasileira.

O local tornou-se fonte constante de consulta para jornalistas, pesquisadores e estudantes interessados em compreender a evolução da comunicação eleitoral e da democracia no Brasil.

Acervo reúne mais de 1.500 jingles e santinhos históricos

O acervo do Museu da Propaganda Política conta com mais de 1.500 registros sonoros, incluindo o histórico primeiro jingle político do Brasil. A coleção reúne ainda milhares de santinhos, cartazes, bottons, adesivos, faixas e brindes de campanhas dos principais nomes da política nacional.

Todo esse material documenta como o marketing político no Brasil acompanhou as transformações da sociedade, da tecnologia e dos meios de comunicação ao longo de mais de um século.

As peças mostram a transição dos impressos artesanais do início do século XX até a consolidação das grandes produções audiovisuais e digitais dos dias de hoje.

Peças internacionais e comparativo global

Além da memória nacional, o espaço preserva relíquias vindas de países como Estados Unidos, Cuba, Venezuela, Argentina, Chile e Alemanha.

Essa diversidade internacional permite aos visitantes e pesquisadores comparar os diferentes modelos e táticas de propaganda política aplicados ao redor do mundo em distintas épocas.

O museu reforça o papel da comunicação na construção da história democrática e segue aberto a consultas de estudantes, profissionais e entusiastas do tema.

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